html5

Alguns detalhes ainda serão decididos, mas muitos recursos - e os browsers que os usam - estão aí.

Muito tem sido divulgado sobre a HTML5 e sobre as especificações da nova versão da linguagem padrão da web. Agora chega a boa notícia: você pode começar a usar a HTML5 já, a partir de agora. E não é pouca coisa que você pode fazer.

Há algumas informações que você precisa definir antes de sair alucinadamente escrevendo aquela página ultralegal.

Para quem você escreve?
Se a maioria da audiência do site para o qual você escreve ainda usa o IE6, pode ir tirando o bloco de notas da área de trabalho. Mas, caso quem acessa o site use predominantemente produtos da linha iPad e iPhone, é chegada a sua hora de mandar ver na HTML5. Páginas de audiência mista – como a maioria delas é – devem seguir linhas de aproximação menos radicais à nova linguagem.

Já, agora, Now!
Apesar de as especificações da HTML5 ainda estarem no forno, em desenvolvimento por comitês na busca por padrões, boa parte do suporte à versão 5 da HyperText Markup Language já é nativa em navegadores como Safari, Chrome, Firefox e Opera. 

Assim que for lançada, a versão 9 do IE deverá apresentar suporte robusto ao HTML5. Uma excelente fonte de informações sobre como e quando usar os recursos da HTML5 podem ser encontrados emhttp://caniuse.com. O endereço fornece detalhes minuciosos sobre o uso e o suporte de vários browsers.

Browser Securitiy Deep Dive
No endereço http://html5test.com, programadores interessados podem verificar como anda a integração entre os navegadores mais usados e a HTML5. Para ver que tipo de suporte é oferecido, o internauta deve acessar esse site usando sempre o browser que pretende colocar à prova. Para cada navegador o site emite um score, uma nota. Em 12/6, os scores eram:

Materia completa:

http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/12/html5-por-que-voce-pode-usa-la-ja/
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Cleiton vogel

33-8815-6055
33-3523-4141

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Dez fatores essenciais ao sucesso dos projetos

FONTE>>>Computerworld

Alguns dos fatores mencionados são óbvios, outros nem tanto. Acompanhe os principais itens discutidos:

1. Defina sucesso

Os profissionais só vão atingir o sucesso se souberem exatamente o que é esperado deles. O gerente de projetos globais da empresa Integra LIfeSciences, Steve Hawthorne, diz que é indispensável saber quais os objetivos de um projeto.

“É comum para nós, profissionais de TI, definirmos sucesso como a junção de metas, necessidade e orçamento atendidos”, diz. O executivo ainda afirma que, sim, esses são pontos importantes em um projeto. Mas vale lembrar que compreender a influência desses quesitos para a empresa é igualmente importante. Em outras palavras: saiba o quê, mas tente saber também por quê.

2. Popularidade não é tudo

Consultora de TI e líder de projetos, Bronnie Brooks, diz que, por várias vezes já teve de tomar decisões que a fizeram pouco popular entre os clientes, a gerência ou, mesmo, a equipe. Tudo isso para manter um projeto andando e atingir os resultados esperados. Em uma ocasião, por exemplo, teve de informar ao cliente que determinado recurso – esperado para o software encomendado – não poderia ser integrado ainda. O usuário teria de esperar pacientemente até o lançamento da versão seguinte.

Tomar decisões difíceis sobre onde alocar recursos no meio do andamento de projetos é, no mínimo, difícil. Gerentes de projetos também querem ser queridos, ao passo em que respondem pelo sucesso das empreitadas. Mesmo assim, não podem recuar ante a decisões críticas.



“Às vezes, a melhor decisão não é a mais popular”, diz Brooks, que emenda “mas é o que vai garantir que a projeto ande equilibrando a relação entre o esperado e o possível”.



3. Capacitar o usuário final e acompanhar o start-up

Uma questão óbvia ao sucesso do projeto é treinar os usuários para utilização das soluções. Em muitos casos, porém, a implementação de sistemas falha, não em função de entrega fora do prazo ou por estourar o orçamento, mas porque as pessoas não foram adequadamente treinadas.

“Quando a questão é aprimorar o uso do software, não existe “demais”. Certamente a maioria das soluções novas dão errado, por conta de usuários mal treinados”, afirma um gerente de TI, durante o encontro de CIOs realizado na Espanha.

4. Estabelecer atribuições e competências – de maneira clara e objetiva

Não é raro que pessoas envolvidas em um projeto, como gerentes, equipe de TI, comitês e patrocinadores não entendam exatamente quais são as atribuições individuais. Isso se dá em função da falta de esclarecimento prévio. A afirmação é do auditor de TI pertencente ao The Wood Group, Chet Ung.

Se, por exemplo, o comitê de gestão de um determinado projeto não souber qual a função dentro do projeto, jamais saberá o que é esperado dele. As pessoas têm o poder de mudar o rumo do projeto, e, nem sempre sabem disso. A conseqüência é uma contribuição deficiente, causada pela falta de informação.

“Atribuições e competências precisam ser claramente definidos e documentados. É a única maneira de evitar a confusão e de alcançar o nível de contribuição esperado de cada membro do projeto”, esclarece Ung.

5. Fluxo de trabalho transparente

“Fluxos claros de trabalho não deixam espaço para as pessoas duvidarem qual o espaço em que estão exatamente alocadas dentro da dinâmica do processo; o que vem antes e para onde vai aquilo no que estão envolvidas no momento”, diz a presidente da empresa norte-americana ProjectExperts, Stacy Goff.

Clareza no fluxo dos processos é um componente essencial quando o objetivo é gerar economia e incrementar qualitativamente todo o projeto. “Nada se compara à segurança de saber que o trabalho está sendo feito por pessoas capacitadas, e que haverá poucas correções a serem feitas naquilo que chega na escrivaninha ou na caixa de entrada. Quando sabe-se que o próximo a receber aquilo no que estamos trabalhando é alguém dedicado e com olhos perfeccionistas, costumamos nos esmerar em nossa tarefas”, diz Goff.

6. Gerenciar alterações no escopo de projetos

É comum que usuários finais de sistemas em desenvolvimento queiram implementar mudanças e alterar algumas nuances nas soluções. Mal sabem que alterações, mesmo que pareçam mínimas, podem ocasionar em modificações brutais no esquema do projeto, influenciando tanto em custo quanto em prazo para a entrega.

Acontece que, nem sempre, o gerente de projetos consegue entender a profundidade da alteração que três botõezinhos a mais na interface do sistema ocasiona no trabalho. “Essa falta de noção é especialmente acentuada nos casos de consultorias externas”, afirma o fundador da empresa de consultoria e de gerência de projetos Spivey & Co., Chris Spivey. Na tentativa de agradar a gregos e a troianos, a gerência de projetos, muitas vezes, aceita a inlcusão dos três botões no sistema. Quando são informados pelo departamento de design técnico que essa implementação vai custar ao projeto alguns preciosos meses de trabalho extra, a casa, literalmente, cai.

É essencial dispor de um processo para gerir mudanças em projetos que estejam em andamento. Nesse gerenciamento devem ser integrados os recursos de aprovação e veto às mudanças, avaliação do prazo exigido pelas alterações e definição de custos dos incidentes. De posse de rotinas dessa natureza, um gerente de projetos pode definir a profundidade do impacto de algumas mudanças caso a caso.

Também oferece ao cliente a oportunidade de reavaliar a necessidade da implementação dos três botões na interface.

Menos surpresa, mais eficiência.

7. Gerenciamento de risco

“A gestão de riscos é, sem a menor sombra de dúvidas, parte essencial de qualquer projeto, independentemente do tamanho”, afirma Goff, da ProjectExperts. De acordo com o profissional, o gerenciamento deve estar integrado em todas as etapas, de concepção a início até o dia do lançamento.

O que torna o gerenciamento de riscos vantajoso é o fato de oferecer ao gestor do projeto uma perspectiva do que pode dar errado. Também vale para deixar a equipe de desenvolvimento, o cliente e os demais envolvidos, esclarecidos acerca dos detalhes e do ritmo a ser adotado para a execução dos trabalhos.

8. Documentação apropriada

Sem a documentação, as equipes podem não entender de maneira adequada quais funcionalidades e requerimentos técnicos estão atrelados aos recursos planejados para a configuração da solução em desenvolvimento. A ausência da documentação detalhada também implica em um desperdicio de tempo e de recursos na tentativa de acomodar as expectativas do cliente.

É um riso enorme para a equipe, dar andamento em projetos sem embasamento documentado e as metas esclarecidas.

A habilidade de evitar confusão é, para Ung, um dos fatores que justificam a implementação de documentos referentes à execução dos projetos.

9. Controle de qualidade eficiente

Esforços para aferir a qualidade são aplicáveis nas instâncias de integração, de funcionalidade e em ensaios de stress. Não recebem a atenção devida, pelo fato da gerência de projetos não estar familiarizada com esse recurso, nem com suas diferentes vertentes. Em outros casos, à análise de qualidade é dedicado menos tempo do que o necessário em função do ganho de tempo. A despeito do motivo, o resultado é sempre o mesmo: um software ou um hardware defeituosos – mais trabalho – menos satisfação.

“Ter um acompanhamento de qualidade eficiente é essencial”, diz Ung. “É a única maneira de garantir a entrega de uma solução de acordo com o encomendado”, afirma.

O CTO da Richard Ivey School of Business, Peter Scheyen, recomenda execução de análises de qualidade em todas etapas, e o envio de versões de teste para os clientes. “Obter deles (usuários finais) um feedback sobre o programa é algo muito precioso, é uma das maneiras mais eficientes de reduzir o eventual risco do projeto não estar saindo de acordo com o esperado na outra ponta”, finaliza o profissional da escola londrina.

10. Governança

Segundo Ung, a governança será responsável pela definição dos moldes dentro dos quais um projeto ou um programa devem ser gerenciados. “Ela também define a “linguagem” usada no desenvolvimento das soluções”, adiciona Ung. “Com uma boa governança, o trabalho flui de maneira mais harmoniosa, mais eficiente”, diz.

Ausente, a governança dá ao projeto um ar de inconsistente, pouco confiável. A equipe de desenvolvimento, por exemplo, poderá trabalhar de acordo com um molde, enquanto os analistas de negócios trabalham com outras referências, levando o projeto inteiro de encontro ao fracasso.

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Ativando o xp

Como validar o Windows XP Profissional – Deixar o Windows Original
Siga o tutorial abaixo e valide seu Windows, deixe ele como um original.

1. Vá em Iniciar > Executar

2. Digite regedit e clique em OK.

3. Já dentro do regedit, navegue até a chave: HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\WindowsNT\Cu rrentVersion\WPAEvents

4. No painel à direita, clique duas vezes em OOBETimer

5. Na janela que foi aberta, apague qualquer valor e clique em OK. Feche o regedit

6. Vá novamente em Iniciar > Executar e dessa vez digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

7. Na janela que foi aberta, escolha a opção Sim, desejo telefonar…

8. Na próxima etapa, clique no botão Alterar chave de produto.

9. Na etapa seguinte, digite a CD-Key:

THMPV-77D6F-94376-8HGKG-VRDRQ
ou
Q6TD9-9FMQ3-FRVF4-VPF7Y-38JV3

e clique no botão Atualizar

10. Após clicar no botão Atualizar, o assistente para ativação voltará para a janela anterior, então, clique em Lembrar mais tarde e reinicie o Windows.

11. Reiniciado o Windows vá novamente em Iniciar > Executar e digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

12. Aparecerá a seguinte mensagem:
O windows já está ativado.

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Zarafa

Zarafa é uma solução de groupware que fornece a conectividade de um servidor baseado em Linux com o cliente Outlook, usando o padrão MAPI. Por ser uma solução licenciada em AGPL, utiliza como base uma arquitetura open source, como o Apache, Mysql e PHP.
Usa como MTA serviços reconhecido no mercado pela sua estabilidade de confiabilidade. O Postfix, Sendmail e o Qmail fazem parte dos serviços de MTA's homologados pela solução.

Possui ferramentas que tornam a migração do MS-Exchange fácil e confiável. A integração com o Active Directory e LDAP é completa e 100% funcional. Segurança, confiabilidade, mobilidade e o melhor custo benefício fazem do Zarafa a solução número 1 em e-mail e calendário open source.

Zarafa é uma palavra árabe que significa girafa. E, como uma girafa, a Zarafa tem uma visão do mercado para outras aplicações de colaboração em uma direção amigável e aberta.

Principais recursos

Uso amigável do Webaccess com a tecnologia AJAX Zarafa - Disponibiliza todas as funcionalidades de um webaccess com um "look & feel" Outlook. Inclui acesso aos e-mails, multi-calendários, contatos, tarefas, pastas compartilhadas e pastas públicas. A implementação do AJAX com o drag & drop proporciona uma facilidade a mais. Existe suporte em várias línguas, inclusive o português do Brasil;
Suporte a todas as versões do Outlook - A arquitetura do Zarafa é completamente baseada no padrão MAPI, havendo uma integração estável com o Outlook. Todas as versões do Outlook desde 2000 até a última de 2007 são completamente suportadas. Outros clientes podem conectar ao Zarafa via POP3, IMAP e iCalendar;
Backup - Utilizando o Zarafa Brick Level Backup é possível realizar backup de caixas de e-mails individualmente;
Restore - Utilizando a ferramenta Zarafa Restore, é facil recuperar apenas um item, uma pasta ou mesmo uma caixa de e-mail completa. O Brick Level Backup pode ser usado também para as pastas públicas;
Single Sing On - Ao realizar o login no seu domínio via autenticação Single Sing On ntlm, todas as credenciais configuradas do usuários serão usadas no seu cliente Outlook;
Mobilidade - Zarafa suporta uma vasta gama de celulares e PDA's que possuem o suporte ao Activesync. Através do projeto open source Z-Push, é possível sincronizar e-mails, contatos, calendários e tarefas em tempo real. Nas versões Professional e Enterprise existe nativamente o suporte ao serviço BES (BlackBerry Enterprise Server); com isso, o sincronismo entre as funcionalidades do seu BlackBerry e o servidor Zarafa é realizado em tempo real.

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